10/01/2016

AINDA HÁ TEMPO


      Não fique de fora! Mês de janeiro também é de estudo e capacitação bíblica.  A igreja preparou o melhor para visitantes,  alunos e professores da EBD. Venha e  veja o que Jesus tem  pra você!  Sempre nas manhãs de domingo.

03/01/2016

#RAMADÃ: QUAL A RELAÇÃO COM A IGREJA PERSEGUIDA? MUNDO MUÇULMANO


"O Senhor é a minha luz e a minha salvação; 
de quem terei temor? 
O Senhor é meu forte refúgio; de quem terei medo?"
( Salmo 27.1)



Qual a situação dos cristãos enquanto por 30 dias 1,6 bilhão de muçulmanos jejuam do nascer ao por do sol em cerca de 50 países do mundo? Durante o Ramadã, os muçulmanos fazem jejum durante o dia para comemorar a revelação de uma série de mensagens do anjo Gabriel ao profeta Maomé, segundo a crença muçulmana. Dessas revelações, surgiu o Alcorão, o livro mais sagrado do islã
Para os cristãos que vivem em países muçulmanos é necessário serem sempre cautelosos ao praticarem sua fé; e esse cuidado deve ser ainda maior no período do Ramadã. Em Bangladesh, por exemplo, a maioria dos restaurantes não abre durante o dia, para acompanhar o jejum. É visto como ofensivo comer ou beber na frente de muçulmanos em jejum. Assim, os cristãos precisam comer em segredo. Alguns também praticam o jejum como forma de dar um bom testemunho aos muçulmanos.
Historicamente, essa data é usada como pretexto para atacar indivíduos e instituições cristãs em diversos países. "Precisamos ter mais cuidado quando realizamos atividades da igreja, especialmente seminários, treinamentos e outros programas.", disse um cristão.
Muitos enfrentam alta pressão social. Sirah* é uma cristã ex-muçulmana da Argélia. "Minha família coloca uma enorme pressão sobre mim durante o Ramadã. Eles sempre insistem para eu jejuar, embora eles saibam que eu me converti a Cristo. É como se eles se recusam a admitir que eu me tornei cristã."


Essa pressão não é exclusiva para os cristãos. Ateus e pessoas de outras religiões também enfrentam pressão dos clérigos islâmicos e das autoridades. Junto com milhões de cristãos ao redor do mundo, você pode orar pelos que vivem em países muçulmanos.


Fonte:Portas Abertas Brasil

27/12/2015

PROCURA-SE: HOMENS DISPOSTOS A DAR A CRISTO O CORAÇÃO E A VIDA


Será que temos nos entregado completamente ao Senhor? O resumo da história de Thomas Waring nos fará refletir a este respeito. Acompanhemos então, este belíssimo relato de fé e obediência!
Uma ótima leitura!
Um sério desafio à dedicação integral à obra missionária…
No local onde hoje existe o Albert Hall, em Londres, havia antigamente um grande auditório, denominado Crystal Palace.
Certa vez, um evangelista estava realizando nesse salão conferências evangelísticas. Numa das noites, quando estava encerrando a mensagem, disse:
- Agora vou fazer um apelo bastante singular. Quero pedir a todos que desejarem entregar o coração a Jesus, que se ajoelhem aqui; mas quero pedir que além de dar seu coração, entreguem a ele também a vida.
Lá no fundo do salão, ergueu-se um jovem de nome Thomas Waring, filho de um rico comerciante. Chegando à frente, ele ajoelhou-se perante todos e fez a seguinte oração: “Senhor, como tu me amaste tanto, ao ponto de se dar por mim, o mínimo que posso fazer é entregar-me inteira e totalmente a ti.”
E Deus ouviu essas palavras de Thomas, e assim como dissera a Saulo de Tarso “Eu te escolhi”, disse também a Thomas Waring: “Eu te escolhi para ir à África.”
- Está bem, Senhor, irei para a África, prometeu o jovem.
Naquela noite, ao voltar para casa, Thomas contou ao pai a decisão que fizera. O pai teve um acesso de fúria e disse:
- Dou-lhe uma semana para tirar essa ideia da cabeça.
Mas depois pôs-se a argumentar com o filho:
- Ouça, meu filho, venho preparando você para tomar meu lugar à frente do meu negócio. Daqui a algum tempo, seu nome será gravado na porta em letras douradas. Se você está preocupado com a salvação daquele povo na África, posso mandar não um, mas doze missionários para lá  e sustentar todos eles ali. Prometo que sustentarei todos eles enquanto viverem; mas você não pode ir.
O rapaz escutou atentamente e pensou: “Isso me parece sensato. Doze missionários serão melhores que um só.” Mas quando se ajoelhou para orar, Deus lhe disse: “Não lhe falei nada sobre dinheiro ou missionários. Quero você.”
- Está bem, Senhor, replicou o rapaz; então serei eu.
Mais tarde o pai de Thomas Waring o deserdou, e o moço viajou para a África e lá permaneceu cinquenta anos, sem gozar férias. Conta-se que o sol da África queimou sua pele de tal forma que ele ficou quase tão escuro quanto as pessoas para quem pregava; seu cabelo era branco com a neve e sua longa barba branca lembrava a de um patriarca.
 “Dá-me mais seis meses de vida…”
Certo dia, quando já estava velhinho, ele entrou em sua casinhola nativa sabendo instintivamente que a morte se aproximava e foi conversar com seu Mestre, dizendo:
- Senhor, tu me conservaste aqui durante cinquenta anos, e agora está na hora de eu ser levado ao lar celestial. Mas, antes disso, será que podes conceder-me mais seis meses dos que passarei na eternidade? Dá-me seis meses de vida, e depois direi: “Agora, deixa teu servo partir em paz.”
E Deus lhe deu aqueles seis meses. Thomas voltou à Inglaterra. Ali chegando, viu que o velho prédio, o local onde ouvira seu chamado, fora demolido, e estava ali o Albert Hall. Resolvido a fazer um último apelo em favor do trabalho na África, para que outros obreiros fossem ali continuar a obra, Thomas publicou anúncios nos jornais, dizendo que o filho de um rico comerciante da cidade, que fora deserdado pelo pai, estava de volta à sua terra, após ter passado cinquenta anos na África, e iria falar ao público no Albert Hall.
Na noite marcada para a conferência, o auditório estava lotado. Já velhinho e enfraquecido, Thomas Waring, apoiando-se no púlpito, pregou com tal emoção que o coração de seus ouvintes foi tocado. Ao fazer o apelo, disse:
- Quero apelar a oito jovens que se disponham a dizer ao Senhor: “Jesus, se tu me chamares, irei.” Quero que deem ao Filho de Deus não apenas o coração, mas também a vida.
E Deus falou ao coração de oito pessoas, dentre as que tinham ido à frente, para trabalhar na África. E o velho pregador impôs as mãos sobre aqueles oito e os abençoou, consagrando-os para o ministério numa terra a muitos e muitos quilômetros dali. Em seguida, ele ergueu as mãos e pronunciou uma frase memorável:
 “Se eu tivesse mil vidas eu as daria todas pela África.”
Alguns dias depois, Thomas Waring viajou para a África com aqueles oito jovens, de volta à terra para a qual fora chamado. Duas semanas após sua chegada à sede de seu trabalho missionário, ele entrou em seu quarto e sentou-se. Ali, com a Bíblia aberta sobre os joelhos, ele caiu no sono; dormiu na terra e acordou na glória. Completara a obra que Deus o chamara a realizar. E o trabalho na África iria continuar.


Fonte: Extraído com permissão de Floodtide e publicado pela revista Mensagem da Cruz, em 1985.