09/01/2020

DIRETORIA PARA 2020


“Mas, sejam fortes e não desanimem, pois o trabalho de vocês será recompensado”.  (II Crônicas 15:7) 

27/09/2019

DISCIPULANDO



"Nós o proclamamos, advertindo e ensinando a cada um com toda a sabedoria, a fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo." (Colossenses 1:28)
Jesus ordenou: "vão e façam discípulos de todas as nações" (Mateus 28:19). Mas o que isso quer dizer? Isso significa que, com o melhor de nossa capacidade, guiados pelo Espírito Santo, devemos convidar as pessoas a seguir a Cristo. Então, vamos ajudá-las a se firmar espiritualmente, a crescer e seguir em frente. Queremos ajudá-las a crescer.

E em algum lugar ao longo do caminho, acabamos separando o evangelismo do discipulado. Todavia, não vemos tal distinção na Bíblia. A ideia não é apenas levar as pessoas a Cristo e dizer: "Deus te abençoe.  Até mais."
Pelo contrário, é ajudá-las a crescer e amadurecer em sua fé. Os novos crentes precisam de ajuda quando fazem esse compromisso de seguir a Cristo.

Os novos crentes são como bebês novos e os bebês precisam de ajuda. E eles não precisam apenas de ajuda, mas também de proteção. O apóstolo Paulo, escrevendo aos novos crentes na Galácia, disse: "Meus filhos, novamente estou sofrendo dores de parto por sua causa, até que Cristo seja formado em vocês." (Gálatas 4:19).

Você não pode simplesmente deixar um bebê solto numa casa. Você tem que cuidar dele, porque ele se expõe a situações de perigo o tempo todo. E constantemente fica em apuros.

O mesmo vale para os novos crentes. Eles firmam um compromisso com Cristo, mas são bem vulneráveis, principalmente nos seus primeiros passos. Velhos amigos vão ligar para convidá-los para coisas que não lhes convêm fazer. Antigos (as) namorados (as) farão contato novamente. Essas tentações virão. E você, como um crente mais maduro e experiente, precisa ajudá-los e orientá-los nesse sentido para que eles não caiam.
Transcrito de:  Devocionais Diários 08/02/17


14/07/2019

ESPERANÇA ALÉM DA MORTE



"Disse-lhe Jesus: 'Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá." (João 11:25)



Quanto mais velhos nos tornamos, mais essa questão cresce em nós: existe vida após a morte? Às vezes, fazemos essa pergunta cedo na vida, quando alguém próximo a nós morre repentinamente e ficamos face a face com a desconfortável realidade da morte.

Alguns cristãos dirão: "Vou para o céu quando eu morrer, não chore por mim". Mas a morte é difícil para todos e não há nada de errado em sentir tristeza pela perda de alguém que você gosta. É uma parte natural do processo de luto. Como diz a Bíblia, há "tempo de chorar e tempo de rir" (Eclesiastes 3:4).

A morte até mesmo trouxe lágrimas aos olhos de Jesus quando Seu amigo Lázaro morreu (veja João 11:35). Claro, sabemos que há vida além do túmulo para os cristãos. Sabemos que a vida não se limita a esse tempo na Terra e que a nossa permanência neste planeta é temporária. Mesmo assim, é natural sentir a falta e tristeza por um cristão que morreu.

Quando o amigo e cooperador do apóstolo Paulo, Epafrodito, ficou gravemente doente, Paulo escreveu em uma carta: "De fato, ficou doente e quase morreu. Mas Deus teve misericórdia dele, e não somente dele, mas também de mim, para que eu não tivesse tristeza sobre tristeza” (Filipenses 2:27). Assim, mesmo Paulo, que certamente tinha uma fé forte e uma teologia séria, dificilmente poderia suportar a ideia de estar separado de um amigo próximo pela morte.

Apesar disso, como cristãos, sabemos que veremos essa pessoa novamente no céu. Esse é o grande presente de Deus para nós. Seu Filho Jesus interveio pessoalmente e transformou a morte em vitória.

O escritor do Livro de Hebreus diz: "visto que os filhos são pessoas de carne e sangue, ele também participou dessa condição humana, para que, por sua morte, derrotasse aquele que tem o poder da morte, isto é, o diabo, e libertasse aqueles que durante toda a vida estiveram escravizados pelo medo da morte" (Hebreus 2:14-15).
Transcrito de: Devocionais Diários: 21/02/ 2017