“Mas, sejam fortes e não desanimem, pois o
trabalho de vocês será recompensado”. (II Crônicas 15:7)
09/01/2020
27/09/2019
DISCIPULANDO
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"Nós o proclamamos, advertindo e ensinando a
cada um com toda a sabedoria, a fim de que apresentemos todo homem perfeito
em Cristo." (Colossenses
1:28)
Jesus ordenou: "vão e façam discípulos de
todas as nações" (Mateus 28:19). Mas o que isso quer dizer?
Isso significa que, com o melhor de nossa capacidade, guiados pelo Espírito
Santo, devemos convidar as pessoas a seguir a Cristo. Então, vamos ajudá-las
a se firmar espiritualmente, a crescer e seguir em frente. Queremos ajudá-las
a crescer.
E em algum lugar ao longo do caminho, acabamos
separando o evangelismo do discipulado. Todavia, não vemos tal distinção na
Bíblia. A ideia não é apenas levar as pessoas a Cristo e dizer: "Deus te
abençoe. Até mais."
Pelo contrário, é ajudá-las a crescer e amadurecer em sua fé. Os novos crentes precisam de ajuda quando fazem esse compromisso de seguir a Cristo.
Os novos crentes são como bebês novos e os bebês
precisam de ajuda. E eles não precisam apenas de ajuda, mas também de
proteção. O apóstolo Paulo, escrevendo aos novos crentes na Galácia, disse:
"Meus filhos, novamente estou sofrendo dores de parto por sua causa, até
que Cristo seja formado em vocês." (Gálatas
4:19).
Você não pode simplesmente deixar um bebê solto
numa casa. Você tem que cuidar dele, porque ele se expõe a situações de
perigo o tempo todo. E constantemente fica em apuros.
O mesmo vale para os novos crentes. Eles firmam
um compromisso com Cristo, mas são bem vulneráveis, principalmente nos seus
primeiros passos. Velhos amigos vão ligar para convidá-los para coisas que
não lhes convêm fazer. Antigos (as) namorados (as) farão contato novamente.
Essas tentações virão. E você, como um crente mais maduro e experiente,
precisa ajudá-los e orientá-los nesse sentido para que eles não caiam.
Transcrito de: Devocionais
Diários 08/02/17
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19/07/2019
14/07/2019
ESPERANÇA ALÉM DA MORTE
"Disse-lhe Jesus:
'Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra,
viverá." (João 11:25)
Quanto mais velhos nos tornamos, mais essa
questão cresce em nós: existe vida após a morte? Às vezes, fazemos essa
pergunta cedo na vida, quando alguém próximo a nós morre repentinamente e
ficamos face a face com a desconfortável realidade da morte.
Alguns cristãos dirão: "Vou para o céu
quando eu morrer, não chore por mim". Mas a morte é difícil para todos e
não há nada de errado em sentir tristeza pela perda de alguém que você gosta.
É uma parte natural do processo de luto. Como diz a Bíblia, há "tempo de
chorar e tempo de rir" (Eclesiastes
3:4).
A morte até mesmo trouxe lágrimas aos olhos de
Jesus quando Seu amigo Lázaro morreu (veja João 11:35).
Claro, sabemos que há vida além do túmulo para os cristãos. Sabemos que a
vida não se limita a esse tempo na Terra e que a nossa permanência neste
planeta é temporária. Mesmo assim, é natural sentir a falta e tristeza por um
cristão que morreu.
Quando o amigo e cooperador do apóstolo Paulo,
Epafrodito, ficou gravemente doente, Paulo escreveu em uma carta: "De
fato, ficou doente e quase morreu. Mas Deus teve misericórdia dele, e não
somente dele, mas também de mim, para que eu não tivesse tristeza sobre
tristeza” (Filipenses 2:27). Assim, mesmo Paulo, que
certamente tinha uma fé forte e uma teologia séria, dificilmente poderia
suportar a ideia de estar separado de um amigo próximo pela morte.
Apesar disso, como cristãos, sabemos que veremos
essa pessoa novamente no céu. Esse é o grande presente de Deus para nós. Seu
Filho Jesus interveio pessoalmente e transformou a morte em vitória.
O escritor do Livro de Hebreus diz: "visto
que os filhos são pessoas de carne e sangue, ele também participou dessa
condição humana, para que, por sua morte, derrotasse aquele que tem o poder
da morte, isto é, o diabo, e libertasse aqueles que durante toda a vida
estiveram escravizados pelo medo da morte" (Hebreus
2:14-15).
Transcrito de: Devocionais Diários: 21/02/
2017
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