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23/07/2018

INEGÁVEL



Quando Jesus foi crucificado, foi um grande choque para Seus discípulos. Eles esperavam que Ele estabelecesse o Seu reino na terra. Em vez disso, Ele foi espancado e pendurado numa cruz romana. Eles escutaram com os próprios ouvidos as Suas palavras: "Está consumado". Então assistiram-no morrer diante de seus próprios olhos.

Pensaram que nunca mais O veriam novamente.

Mas quando Maria Madalena foi ao túmulo de manhã cedo, o túmulo estava vazio. Ela chamou por Pedro e João, que foram investigar, mas eles ainda não sabiam o que tinha ocorrido. Então o próprio Cristo apareceu a Maria, aos discípulos na sala do andar superior e aos discípulos com Tomé presente. Ele apareceu a Simão Pedro pessoalmente, aos dois discípulos na estrada para Emaús, e a 500 pessoas de uma só vez. Ele apareceu de novo para Pedro, Tiago e João no Mar da Galileia. Não havia como negar que Jesus estava vivo.

Ironicamente, parecia que os descrentes tinham mais fé em que Jesus fosse ressuscitar do que os crentes. Em Mateus 27:63-64, encontramos os descrentes dizendo a Pilatos: "Senhor, lembramos que, enquanto ainda estava vivo, aquele impostor disse: ‘Depois de três dias ressuscitarei’. Ordena, pois, que o sepulcro dele seja guardado até o terceiro dia".

Não é interessante que os descrentes às vezes tenham uma ideia melhor do que nós acerca daquilo em que devemos crer? Você já foi enquadrado por um não-cristão? Algum não-cristão alguma vez já lhe chamou a atenção para o fato de que você não estava agindo como um seguidor de Jesus?

Os descrentes criam que Jesus pudesse ressuscitar. Puseram um vigia em Seu túmulo. Mas Seus próprios seguidores não acreditaram. Entretanto, Ele estava vivo. Eles não puderam negar o que sabiam ser verdade. E isso transformou as suas vidas.
Transcrito de: Devocionais Diários05/02/17

03/01/2018

DOR EM PERSPECTIVA

"Que nos consola em todas as nossas tribulações, para que, com a consolação que recebemos de Deus, possamos consolar os que estão passando por tribulações." (2 Coríntios 1:4)

O apóstolo Paulo sabia muito sobre sofrimento. Ele escreveu em 2 Coríntios 1:8-9, "Irmãos, não queremos que vocês desconheçam as tribulações que sofremos na província da Ásia, as quais foram muito além da nossa capacidade de suportar, a ponto de perdermos a esperança da própria vida. De fato, já tínhamos sobre nós a sentença de morte, para que não confiássemos em nós mesmos, mas em Deus, que ressuscita os mortos."

Que declaração sincera do apóstolo: "[...] perdermos a esperança da própria vida. De fato, já tínhamos sobre nós a sentença de morte, para que não confiássemos em nós mesmos, mas em Deus [...]."

Paulo também disse que devemos pegar o conforto que recebemos do Senhor e compartilhá-lo com os outros: "[Deus] que nos consola em todas as nossas tribulações, para que, com a consolação que recebemos de Deus, possamos consolar os que estão passando por tribulações. Pois assim como os sofrimentos de Cristo transbordam sobre nós, também por meio de Cristo transborda a nossa consolação." (2 Coríntios 1: 4-5).

Acho que teríamos uma perspectiva diferente sobre a nossa dor se pudéssemos ver o que é dor real. Pode ser que você esteja lendo isso e esteja realmente sofrendo, mas acho que muitas vezes o nosso sofrimento não é tão ruim quanto pensamos que é. Precisamos de perspectiva.

Fui a hospitais inúmeras vezes para visitar pessoas que estavam morrendo - e o trabalho delas pregando para mim foi melhor do que o meu pregando para elas. Compartilharam o que o Senhor lhes estava mostrando através das Escrituras, como Ele as estava confortando e como Ele as estava fortalecendo. E sempre saí com uma nova perspectiva, porque essas pessoas acabaram me ajudando muito.

 Transcrito de Devocionais Diários - 29 Jan 2017 06:01