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27/09/2014

A BASE PARA A DELEGAÇÃO DE AUTORIDADE: RESSURREIÇÃO

Watchamn Nee

           O propósito do incidente em Números 17 é o de resolver a rebelião do povo de Israel. No capítulo precedente rebelião do povo de Israel. No capítulo precedente testemunhamos uma rebelião que sobrepujou todas as outras;   no capítulo seguinte, vemos como Deus acabou com essa rebelião, ao libertar seu povo dessa atitude e de sua consequência, a morte.Deus provou a Israel que a autoridade procedia dele e que ele tinha uma base e uma razão para estabelecê-la. A pessoa à qual Deus garante autoridade deve ter essa experiência básica. Caso contrário, não pode ser designada por Deus. Vida ressurreta é base de autoridade  Deus ordenou aos doze líderes das tribos que pegassem doze varas, uma para cada chefe de família, e que as colocassem na tenda do Encontro diante do testemunho. A vara do homem que Deus escolhesse brotaria. A vara é um pedaço de madeira, um galho de árvore, cortado nas duas pontas. Não tem folhas nem raízes. Já teve vida, mas agora está morta. Antes recebia seiva da árvore, portanto tinha capacidade de brotar e dar frutos, mas não passava de madeira morta. Nenhuma das doze varas tinha folhas nem raízes, todas estavam mortas e secas. Mas Deus disse que, se uma brotasse, essa seria a vara daquele que ele escolhera. Isso dá uma ideia de que a resurreição é a base para a eleição como também para a autoridade. No  capítulo 16, o povo  rebela-se  contra  a  autoridade  designada por Deus; no capítulo 17 Deus  confirma a autoridade que escolheu. Deus determinou que a ressurreição era a base para a autoridade, acabando assim com a murmuração do povo. O povo não tinha o direito de pedir explicações a Deus, mas, apesar disso, Deus condescendeu em informar qual era sua base para o estabelecimento de autoridade. A base era a ressurreição, uma coisa contra a qual o povo de Israel não podia argumentar. Naturalmente, Arão e os israelitas descendiam de Adão.
 Todos, em sua vida natural, eram filhos da ira; não havia diferença entre eles. Aquelas doze varas eram todas iguais, todas sem folhas nem raízes, mortas, sem vida. A base do ministério está na recepção da vida ressurreta à parte da vida natural. E isso constitui autoridade. A autoridade depende não da pessoa, mas da ressurreição. Arão não era diferente dos outros, exceto que Deus o escolhera e dera-lhe a vida ressurreta. O brotar da vara seca mantém os homens humildes É Deus quem faz a vara brotar. É Ele quem coloca o poder da vida em uma vara morta e seca. A vara que brota torna humilde seu dono e aquieta as murmurações dos donos das outras. A vara é seca, morta e sem esperanças, como a de Arão, mas, se ela brotar e produzir flores e frutos no dia seguinte devemos chorar diante de Deus dizendo: “Isso é coisa tua. Não tem nada a ver comigo. A glória é do Senhor, não minha!” Naturalmente, devemos humilhar-nos   diante de  Deus, pois isso   verdadeiramente é tesouro em vasos terrenos, uma demonstração de que o poder transcendente pertence a Deus, e não a nós. Só os tolos ficam orgulhosos. Os que são favorecidos se prostram diante de Deus, dizendo: “Isso foi feito por Deus. Não há nada de que o homem possa se gloriar. Tudo vem da misericórdia de Deus, não dos esforços humanos. O que há que não tenha sido recebido, uma vez que tudo é escolha de Deus?”


(... continua)