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04/10/2014

A BASE PARA A DELEGAÇÃO DE AUTORIDADE: RESSURREIÇÃO II

Watchamn Nee

Devemos igualmente perceber que a autoridade não se baseia em nós. Na realidade não nos diz respeito. Daí em diante, sempre que Arão usasse sua autoridade para ministrar, ele confessaria: “Minha vara é tão morta quanto as outras. A única razão porque posso servir, e eles não, é por que tenho  autoridade espiritual, e eles não. Isso não diz respeito às varas (pois todas são igualmente secas): deve-se à misericórdia e à escolha de Deus”. Arão não servia conforme o poder da vara, mas conforme o poder que a vara tinha de brotar. A pedra de toque do ministério é a ressurreição A vara indica a posição do homem, mas o brotar indica vida ressurreta. Quanto à posição, aqueles doze homens todos eram líderes nas dozes tribos de Israel. Arão representa apenas a tribo de Levi, umas das doze tribos. Ele não poderia servir à Deus fundamentado em sua posição, pois as outras tribos não concordariam com isso.
 Como Deus resolveu o problema? Ordenou que depositassem doze varas – uma para cada um – na Tenda do Encontro diante do testemunho. As varas deveriam ficar ali, a noite toda, e a que ele escolhesse brotaria. Isso é vida que brota da morte. Só aqueles que passam pela morte e pela ressurreição são reconhecidos por Deus como seus servos. A pedra de toque do ministério é a ressurreição. Ninguém pode visar a tal posição: deve ser escolha de Deus. Depois que Deus fez a vara de Arão brotar, florescer e dar fruto, os outros líderes viram isso e nada mais tinham a dizer. A autoridade, portanto, não vem pelo esforço. É estabelecida por Deus. Não depende de posição de liderança, mas da experiência da morte e ressurreição. Os homens são escolhidos para exercer autoridade espiritual não por serem diferentes dos demais, mas com base na graça, na eleição e na ressurreição. É preciso que haja muitas trevas e cegueira para que alguém se torne orgulhoso! No que diz respeito, embora possamos depositar nossas varas por toda uma vida, elas não brotarão. Hoje, a dificuldade é que poucos reconhecem que não são diferentes dos outros.


... continua..